Novas lembranças
Sabe aqueles momentos epifânicos em que parece que entendemos tudo, a vida toda parece bem clara aos nossos olhos? Será que você já viveu isso?
Eu como sou uma boa saudosista, de vez em quando tenho explicações quando volto ao passado e uno algumas pontas da minha história.
Além de saudosista, eu também sou sentimental e por isso lembro com carinho de alguns momentos da minha infância.
Hoje olhei para você, doce colega e vi o que me faz gostar tanto do seu jeito, da doçura que há nesse olhar de menina do século XIX. Você me lembra uma coisa boa na minha infância, uma amiga querida que tinha a sua cor, seus cabelos, o jeito doce que há por trás de tanta eficiência.
Vi em você um pouco do meu passado e dessa minha amiga que usava arcos de biscuit em seus belos cabelos longos e pretos. Hoje ela está longe, mora numa terra outra e talvez esteja encantando os alemães com sua personalidade forte, mas doce. Fecho os olhos e me lembro da sua letra, suas cartas, os desenhos quase perfeitos que fazia, os tantos talentos que possuía e ... da minha admiração.
Eu poderia por isso chamar você pelo apelido porque ele representaria todo esse meu carinho e alegria em rever hoje um pouco da minha bela infância, do grupo de cantoras que formamos, eu e minha amiga, dos dias em que passamos brincando de escola, de sermos mulheres adultas e independentes.
É isso, a vida nos preserva pequenas alegrias, momentos simples que me causam felicidade; como o dia de hoje em que sentei com um novo amigo, na hora do almoço, e dividi uma barra de chocolate enquanto aproveitávamos de um dia de sol.
Coisas pequenas e deliciosas...é isso que você me traz à lembrança e sou grata por essas surpresas que vida nos permite.
Eu como sou uma boa saudosista, de vez em quando tenho explicações quando volto ao passado e uno algumas pontas da minha história.
Além de saudosista, eu também sou sentimental e por isso lembro com carinho de alguns momentos da minha infância.
Hoje olhei para você, doce colega e vi o que me faz gostar tanto do seu jeito, da doçura que há nesse olhar de menina do século XIX. Você me lembra uma coisa boa na minha infância, uma amiga querida que tinha a sua cor, seus cabelos, o jeito doce que há por trás de tanta eficiência.
Vi em você um pouco do meu passado e dessa minha amiga que usava arcos de biscuit em seus belos cabelos longos e pretos. Hoje ela está longe, mora numa terra outra e talvez esteja encantando os alemães com sua personalidade forte, mas doce. Fecho os olhos e me lembro da sua letra, suas cartas, os desenhos quase perfeitos que fazia, os tantos talentos que possuía e ... da minha admiração.
Eu poderia por isso chamar você pelo apelido porque ele representaria todo esse meu carinho e alegria em rever hoje um pouco da minha bela infância, do grupo de cantoras que formamos, eu e minha amiga, dos dias em que passamos brincando de escola, de sermos mulheres adultas e independentes.
É isso, a vida nos preserva pequenas alegrias, momentos simples que me causam felicidade; como o dia de hoje em que sentei com um novo amigo, na hora do almoço, e dividi uma barra de chocolate enquanto aproveitávamos de um dia de sol.
Coisas pequenas e deliciosas...é isso que você me traz à lembrança e sou grata por essas surpresas que vida nos permite.
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