Museu Pio XII

Acordei com UM medo perturbador. Tive medo de não conseguir continuar; medo de não poder cumprir meus prazos; medo de errar no sal ; medo de não conseguir esperar o dia passar. Hoje tive medo de quem eu tenho me tornado, medo de me assustar por não me reconhecer mais; medo de que não me aceitem também; medo de ficar sozinha;
Acordei com medo de ficar para sempre presa a essa máquina, ao vício de fazer da minha vida uma ficção pública. Tive medo de não conseguir fazer carreira; medo por querer que meu sobrinho cresça feliz.
Hoje tive medo de coisas simnples; medo de ter que pegar um vôo para Minas;
Quando estava no auge do meu ataque de pânico recebi uma mensagem da poeta de Braga. Ela me mandou uma foto dos sinos de uma igreja e com a foto veio minha salvação. Ela me enviou uma foto cheia de vida; o barulho dos sinos, o cheiro das frutas no café da manhã, a cor das ruas da sua cidade em dias como o de hoje.
Meus medos, minhas dúvidas, minhas inquietações foram caladas pela beleza de suas palavras...
Um dia eu disse que ela alimentaria minha vida pacata com suas belas imagens e foi o que aconteceu hoje.
Estou com aqueles sinos em minha mente, a foto delicada que me passou a serenidade que deveria sempre existir em templos religiosos. Senti minha paz voltando...
Agradeço a voz profética da mulher poeta que trouxe paz para um dia de muitos medos...
Deixo meu agradecimento e o desejo de passeios lindos com o que fez hoje pelas ruas de Braga, entre as casas silenciosas e o museu Pio XII.
Acordei com medo de ficar para sempre presa a essa máquina, ao vício de fazer da minha vida uma ficção pública. Tive medo de não conseguir fazer carreira; medo por querer que meu sobrinho cresça feliz.
Hoje tive medo de coisas simnples; medo de ter que pegar um vôo para Minas;
Quando estava no auge do meu ataque de pânico recebi uma mensagem da poeta de Braga. Ela me mandou uma foto dos sinos de uma igreja e com a foto veio minha salvação. Ela me enviou uma foto cheia de vida; o barulho dos sinos, o cheiro das frutas no café da manhã, a cor das ruas da sua cidade em dias como o de hoje.
Meus medos, minhas dúvidas, minhas inquietações foram caladas pela beleza de suas palavras...
Um dia eu disse que ela alimentaria minha vida pacata com suas belas imagens e foi o que aconteceu hoje.
Estou com aqueles sinos em minha mente, a foto delicada que me passou a serenidade que deveria sempre existir em templos religiosos. Senti minha paz voltando...
Agradeço a voz profética da mulher poeta que trouxe paz para um dia de muitos medos...
Deixo meu agradecimento e o desejo de passeios lindos com o que fez hoje pelas ruas de Braga, entre as casas silenciosas e o museu Pio XII.
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