A inspiração vem das ruas...
Hoje estou ouvindo Baden Powell de Aquino e percebo como é fácil e cômodo ficar onde estou. Minhas músicas, meu computador que virou quase máquina de escrever, meus textos alimentam minha fome de beleza, mas o que dá vida a minha escrita são as ruas...percebo como é fácil ficar dentro do meu quarto, com o pequeno "santuário" que fiz dentro desse quarto: as minhas pequenas coisas, a música, as fotos da minha família, os livros da Clarice e as fotos do meu irmão. Fácil é ficar aqui escondida quando a vida que me alimenta está lá fora.
Sinto falta de algumas coisas, dos passeios pelo Centro da cidade no tempo em que procurava amenizar minha dor; sinto falta dos meus mestres que me ensinaram tanto sobre a amizade; sinto falta da minha paixão que era minha companhia em passeios pelos prédios históricos do Rio de Janeiro; sinto falta dos alunos da Mangueira que me ensinaram sobre o que é a vida nas comunidades...
Fácil é viver aqui dentro, mas como escreveu bem meu amigo Fábio, o que alimenta nossa vida, fé e inspiração é a vida que ocupa os bancos das praças.
Sinto falta de algumas coisas, dos passeios pelo Centro da cidade no tempo em que procurava amenizar minha dor; sinto falta dos meus mestres que me ensinaram tanto sobre a amizade; sinto falta da minha paixão que era minha companhia em passeios pelos prédios históricos do Rio de Janeiro; sinto falta dos alunos da Mangueira que me ensinaram sobre o que é a vida nas comunidades...
Fácil é viver aqui dentro, mas como escreveu bem meu amigo Fábio, o que alimenta nossa vida, fé e inspiração é a vida que ocupa os bancos das praças.
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